Amados irmãos e amadas irmãs, antes da suplicada benção final, gostaria de fazer um pequeno pronunciamento sobre o dia de hoje, marcado pela elevação desta antiga Igreja à Basílica Menor.
A basílica é um título que expressa a grandeza de uma Igreja. E quanto me refiro à palavra grandeza, não digo unicamente no sentido de extensão territorial, mas também no sentido da aglomeração da fé.
Normalmente, nas localidades que em existem basílicas, estas igrejas costumam ser o maior centro da fé daquela localidade, acomodando muitas pessoas e sendo local de muita devoção e sacralidade.
Nos últimos meses, especialmente no pontificado de meu venerável antecessor, o Papa Bento IV, vimos no que esta Igreja se tornou. Uma Igrejinha que começou simples, quase sem mobis, ao longo dos anos foi crescendo e hoje é uma das Igrejas que mais contribuem para a expansão da nossa simples evangelização habbiana.
Visto isso, decidi elevar este amado templo que tanto já compareci à dignidade de Basílica Menor, para que assim possa acumular ainda mais fiéis na devoção pela Sagrada Família de Nazaré, protetora de todas as famílias e padroeira desta Basílica, e por Santo Oscar Romero e São Paulo VI, co-padroeiros desta Basílica.
Somado a isto, repito o ato que fiz que na última Jornada Mundial da Juventude, quando estive na Catedral Basílica de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Inspirado pelos papas Paulo VI e Bento XVI, que fizeram a entrega desta honraria na vida real ao Santuário da Mãe Aparecida, aqui no habbo também entrego à Basílica Menor da Sagrada Família as ROSAS DE OURO, símbolo de fé acumulada e cada vez mais expansiva numa igreja cristã. E aqui deve ser exposta, para que sempre que vejam, recordem-se da vivência das palavras do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
UMA SALVA DE PALMAS PARA A BASÍLICA MENOR DA SAGRADA FAMÍLIA!

